A História de um Livro

A História de um Livro

As Crônicas de Ivi nasceram em meados de 1999 para 2000. Depois de trabalhar em empresas de renome como WalMart, McDonalds, Shell, Bosch e Banco do Brasil, dei vida a uma companhia de turismo para viajar com crianças e adolescentes.

A ideia deu certo, e profissionalizamos viagens pedagógicas e estudantis. Na época, o projeto foi pioneiro, responsável em pouco tempo pelo transporte de milhares de jovens país afora. A empresa se chamava Ecoclub, e no prazo de cinco anos, se tornou a maior do Brasil.

Apesar do meu passado ligado à administração e de minha paixão pelo empreendedorismo, eu tinha um velho sonho: Criar uma história de fantasia diferente, inédita, fora dos padrões, onde realidades paralelas colidissem com a nossa vida comum na Terra.

Como sempre adorava explicar sobre meu mundo e personagens, durante as viagens passei a me divertir contando as minhas histórias. Com o tempo disponível na estrada, o “era uma vez” ganhava riqueza de detalhes. Quando as crianças eram a audiência, era fatal que depois de algum tempo muitas viessem até mim em particular me dizer: 

Tio… Essa história dava um livro!”

Quando passei a relatar As Crônicas de Ivi para adolescentes com 17 e 18 anos, qual não foi minha surpresa ao descobrir que o destino dos personagens gerava intermináveis discussões!

Diferente dos mais jovens, que praticamente mudos apreciavam as aventuras, os adolescentes com noção do impacto das primeiras paixões em suas vidas se impressionavam com o desenrolar da narrativa.

As meninas sempre eram as mais revoltadas, e me lembro com nostalgia das ameaças.

Chico, mude o final.

Ou se um dia essa história virar um livro a gente não compra.

Um pouco diferente do que vemos hoje na literatura Young Adult, o livro não fala da paixão de um ser humano por um ser sobrenatural, e sim da paixão de dois seres encantados.

Aiden e Ava são personagens excepcionais, mas quem lê acaba achando Emma fora do comum. É estranho como cada um se compara com os personagens.

“Eu faria isto, eu faria aquilo, se estivesse apaixonada eu faria igual a Ava, ou igual a Emma.” Sim… Tudo bem…

E o que você faria por um grande amor?
E se tivesse poderes mágicos?

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