Lafonte / Forbes

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Pedro Almeida, diretor-editoral da Lafonte


Forte em biografias e discografias de grandes ícones da música e também em livros de gastronomia, a Lafonte prepara-se agora para fazer um de seus maiores investimentos em 10 anos de história. A editora que já publicou mais de 500 títulos vai investir R$ 30 milhões este ano para avançar no ramo editorial de livros. Além das áreas de tradicional foco, Pedro Almeida, diretor-editorial da Lafonte, conta que vai ampliar a edição de livros nas áreas de negócios, saúde e ficção. Isso, claro, sem deixar suas especialidades de lado. Make up to Breakup – My Life and Out of Kiss, do ex-guitarrista do Kiss, Peter Criss, sai este ano no Brasil pela editora. Abaixo, trechos da conversa com FORBES Brasil:

Como foi o desempenho da Lafonte em 2012?

Nosso faturamento com livros foi da ordem de R$ 45 milhões, com cerca de 100 títulos publicados.

 

O aporte anunciado de R$ 30 milhões para 2013 supera os investimentos de 2012? E qual será o destino do valor reservado para este ano?

O aporte não é um investimento dirigido unicamente para a área editorial, mas também para a estrutura da empresa. Não gastamos mais de 25% disto no ano passado. Agora, contudo, o valor é bem maior por estar relacionado às questões centrais de sistema como controladoria, logística, qualidade, etc.  Além, é claro, para a compra de grandes títulos, marketing e publicidade.

 

Quantos livros pretendem publicar este ano? Quais são as grandes apostas em títulos?

Cerca de 140 títulos. Teremos pelo menos uma aposta por mês e outra grande a cada dois meses. O primeiro será o livro da escritora americana Sylvia Day, com previsão de lançamento em março.

 

Quais os best-sellers da editora e seus principais autores?

Até a minha entrada no grupo, o foco da editora não era a briga por best-sellers. O perfil estava voltado para livros de referência. No entanto, esta é a minha expertise. Alguns dos autores e livros que fazem sucesso hoje no trademarketing foram comprados por mim, quando estava em outras editoras, como Nicholas Sparks, Emily Giffin, Pierre Dukan (Eu não consigo emagrecer), Nigella, e John Grogan, de Marley e Eu. Definimos manter as duas linhas fortes na casa (música e gastronomia) e utilizar também minha experiência em outras áreas para colocar a editora no time dos grandes players.

 

Os livros de música são os que mais vendem hoje? Por quê?

A empresa especializou-se nesse tema e é reconhecida tanto pelo mercado como pelos leitores por isso. Estabeleceu parcerias fortes para trazer grandes livros, com acabamentos luxuosos a preços competitivos. Livros de música feitos com essa qualidade atendem a um público exigente, que coleciona, pois muitos deles saem em edição limitada.

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