História e Cultura da República Dominicana 

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História e Cultura da República Dominicana 

História e cultura da República Dominicana 
Marcel e Nara em alguma praia de La Dominica…
Cliente Naiade Recife – Pernambuco
Viajaram de Lua de Mel para Punta Cana com a Naiade e a Lua Cheia de Mel

Até 1492, a República Dominicana chamava-se Quisqueya e seus habitantes eram os índios arauaques, também conhecidos como taínos, e os caraíbas. Este foi o primeiro território americano descoberto por Cristóvão Colombo e, daquele período em diante, começaram todas as transformações que resultariam na sociedade em que vivemos hoje.

Durante mais de meio século a ilha permaneceu na condição de colônia da Espanha, mas também houve um período em que os franceses passaram a dominar a parte oriental da República Dominicana. Com isso, toda aquela população indígena passou a ter contato com espanhóis, franceses e africanos, dando início à miscigenação dos povos e à formação da cultura local.

Com certa instabilidade política, portanto, seguiu a história dominicana, passando por invasões do Haiti e dos Estados Unidos; por períodos de regime ditatorial, como os 31 anos da ditadura de Rafael Leonidas Trujillo, e diversas revoluções populares.

Atualmente a República Dominicana tem um governo mais estável, sendo o turismo e a agricultura, com base na cana-de-açúcar, atividades econômicas de maior destaque no país. A produção de rum e de charutos também é muito tradicional na ilha, ao ponto de integrar o roteiro turístico de quem vai para lá.

Igualmente imperdíveis são os restaurantes típicos da região. Quem vai à República Dominicana não pode deixar de experimentar suas exóticas especialidades culinárias, como o sancocho prieto, que mistura arroz, coentro, banana, abóbora, batata, mandioca, sete tipos de carne, frango e cordeiro.

Mas o acompanhamento predileto dos moradores do local, a qualquer hora do dia, é o merengue, estilo musical mais popular da região. Porém, não podemos deixar de citar a Bachata, o jazz e o hip hop como parte integrantes da cultura musical.

Neste ritmo, há inúmeras atrações para se divertir e curtir o dia e a noite na República Dominicana. Parte integrante da maioria dos resorts da ilha, há clubes noturnos, onde é possível aprender a dançar merengue; bares e cassinos que, por sua vez, são legalizados neste país, ou seja, opções de divertimento integral para os turistas. A maioria fica aberta, com funcionamento a todo o vapor, durante 24 horas, sete dias por semana, e alguns até são abertos para as que não estão hospedadas no resort.

Para quem prefere gastar energia nas praias e praticando atividades esportivas, a República Dominicana também é o destino certo! Há inesgotáveis opções para curtir ao ar livre, como o golfe, mergulho, surf e windsurf.

A ilha também é considerada a capital mundial de kiteboard. Justamente por ter características naturais que criam condições favoráveis para a prática do esporte, como vento, água e ondas perfeitas, a República Dominicana já sediou diversos campeonatos desta modalidade esportiva, assim como de windsurf.

Para o surf, a alta temporada começa em dezembro e segue até março. São ondas de até quatro metros de altura que resultam em condições perfeitas para os amantes do esporte. Mas não há o que temer para os iniciantes e menos corajosos. Na República Dominicana existem praias com ondas de diferentes graus de dificuldade. Todas as expectativas serão atendidas, especialmente porque diversas empresas e hotéis oferecem aulas para os iniciantes.

As melhores praias para a prática do surf estão na região norte da ilha, como a Playa Encuentro, preferida dos moradores; Playa Canal, um pouco mais perigosa e que exige bastante atenção dos esportistas; e Playa Preciosa, com ondas perfeitas em toda a sua extensão. As ondas da parte sul da ilha não são tão boas quanto as da parte norte, mas podem render boas experiências, como na Playa los Patos; Guebea, em Santo Domingo; e Playa Baurucco, em Barahona.

Aproveitando o cenário propício, com surpresas indescritíveis, fica a dica para incluir a prática de rafting e montanhismo no roteiro de atividades da viagem. O ecoturismo é uma atividade que está a cada dia crescendo mais na República Dominicana. E não é para menos! Todo aquele ambiente é favorável!

O melhor lugar para amantes destes esportes é a região montanhosa central da ilha, onde está localizado, inclusive, o seu maior rio, o Yanque del Norte, ideal para os experientes no esporte e para quem está iniciando também. Ele tem pontos com correntezas mais fortes e outros mais calmos.

Já o Pico Duarte, o maior da ilha, também está nesta região, onde é possível fazer caminhadas e até escaladas. Por toda a ilha há várias empresas que oferecem passeios com aventura.

Produtos típicos da República Dominicana

Entre o artesanato e as possibilidades de lembranças da ilha estão as peças feitas de âmbar e larimar. Esta última é uma pedra vulcânica azul, com toques de verde e branco. Já o âmbar é uma resina fóssil encontrada na República Dominicana, excepcionalmente, em cores que vão além do âmbar, como o seu próprio nome diz. Para garantir a compra de uma pedra autêntica, visite o Museu do Âmbar.

Já a Mamajuana é uma bebida tradicional, preparada com ervas naturais, folhas, talos de árvores exóticas, mel, suco de limão, rum e vinho. Há quem diga que a poção cura gripes e funciona como antídoto afrodisíaco. Um souvenir um tanto quanto exótico.

  • Cerveja e merengue

    Os resorts podem ser luxuosíssimos para abrigar as férias de, por exemplo, Bill Clinton e Jennifer Lopez, para citar dois visitantes. Mas a maioria cobra diárias bem mais acessíveis — e com um custo/benefício atentador. A respeito de preço, os resorts têm muito em comum, além do bracelete e da interminável oferta de refeições. Todos eles contam com um conjunto aquático gigante, o rum Brugal (puro ou em misturas sortidas), a cerveja Presidente e os shows em que se dança o animado merengue (no início da noite). Alguns também tocam bachatas, canções mais popularescas.

  • Uma primazia

    Santo Domingo, a capital, não é apenas o aeroporto para entrar numa van e seguir rumo aos resorts. Lembre-se, nos bancos escolares você aprendeu que aqui Cristóvão Colombo ancorou a caravela e descobriu a América, em 1492. Quatro anos depois, Santo Domingo seria fundada. Um dos orgulhos dos dominicanos é exibir “La Primada”. Traduzindo: “A Primeira”, assim mesmo, com maiúsculas. Eles têm razão em se gabar do patrimônio histórico. Ficam aqui a primeira escola das Américas, o primeiro hospital, a primeira rua (chamada Calle de las Damas) etc. Santo Domingo é pura primazia.

  • Preservação sem chatice

    A capital é um caso raríssimo nas nações latino-americanas. Seu centro de origem, a Ciudad Colonial, além de ter sido a primeira povoação das Américas, preserva fração significativa deste patrimônio. Daí a Unesco ter tombado 220 casas. A maior parte do bairro, no entanto, não tem aquele não-me-toques das cidades-museus, que proíbem fotografar e obrigam o visitante a ver tudo de longe. Prédios históricos da Ciudad Colonial, alguns do século 15, abrigam restaurantes de ótima comida, casos do Pat’e Palo (culinária franco-caribenha) e do La Briciola (italiana-caribenha).

  • A primeira igreja das Américas

    Entre as atrações históricas de Santo Domingo, não se esqueça da Fortaleza Obama. Mas reserve mais tempo para o Alcazár de Colón, um imponente palácio de pedra. Foi erguido para servir de morada para Diego Colombo — o filho do descobridor. É claro que você entrará na primeira igreja das Américas, a Catedral Santa Maria de La Encarnación. Ela tem tanta história que até foi cenário de uma heresia. Em 1865, o pirata inglês Francis Drake tomou-a como residência. Outra heresia: o bucaneiro terminou guindado a “Sir” pela Corte Britânica.

  • O ponto inicial dos resorts

    Sim, Santo Domingo foi a primeira cidade. Mas Colombo ancorou antes em outro ponto da Isla Hispaniola — sim, este é o nome da ilha, que a República Dominicana divide com o Haiti (tem 2/3 do território). O local dessa parada chama-se Puerto Plata. Não foi tal detalhe, no entanto, que incentivou as redes de resorts a se instalar primeiro aqui, na aurora dos anos 1980, mas a beleza das enseadas. A começar por Playa Dorada (mais exclusiva) e Cofresí (mais popular). Puerto Plata tem, ainda, construções vitorianas (do século 19) e o Museu do Âmbar. A costa norte do país é rica na produção dessa pedra.

  • O mar mais sereno

    Os homens do país adoram bigodes. As mulheres, penteados exóticos. Todos amam o merengue e quase todos consideram a ex-vila de pescadores, Bayahibe, a detentora das praias mais belas do país. Entre os muitos atributos, o mar é mais sereno. Você deixa as crianças brincando, enquanto se refestela numa espreguiçadeira. Claro que há muitos resorts e, ainda, um passeio agradável, por eles oferecido: ir de lancha rápida a Isla Saona. Fica ao lado da reserva ambiental Parque Nacional del Este. A ilha remete à Bayahibe do passado: permanece um reduto de pescadores.

  • O canto da Madonna

    Partindo de Bayahibe, chega-se a Altos de Chavón, uma vila na montanha inspirada na arquitetura renascentista italiana. O lugar tem ótimos restaurantes e, ainda, um anfiteatro para 5 mil pessoas. Destaca-se, também, pelo mais elegante resort do país. O Casa de Campo é um projeto que contou com a colaboração do estilista dominicano Oscar de la Renta. Tem o tamanho de 11 principados de Mônaco. Hospedar-se neste enclave de magnatas sai caro. Abriga um condomínio, onde Madonna e Gloria Stefan compraram casas.

  • Ver baleias é a jogada

    Samaná, assim como muitos outros pontos do país, tem cassinos. Mas a maior aposta aqui é outra: tornar-se um complexo hoteleiro tão extenso quanto Punta Cana. Não faltam recursos,  nem financeiros, muito menos naturais. Além das praias que parecem saídas de um Photoshop, Samaná oferece passeios para quem ousa sair do resort. De janeiro a março, a diversão é zarpar para ver as baleias-jubarte, graciosos seres que chegam a 30 toneladas. Ao longo do ano inteiro, um barco leva a Cayo Levantado, ilhota de águas tépidas e com muito cacife.

  • Semelhanças com Cuba

    Claro que o regime da República Dominicana nada tem a ver com o de Cuba. Mas os dois países compartilham o gosto pelo rum, música agitada, beisebol (um dos maiores nomes de todos os tempos nesse esporte é o dominicano Sammy Rosa) e, claro, pelo charuto. Para comprá-los, basta ir a Calle El Conde, em Santo Domingo, mas quem quiser conhecer como são feitos deve esticar até Santiago de Los Caballeros, no norte da ilha e também conhecida pela produção de âmbar. Há o Museu do Tabaco, para os apreciadores.

  • Point dos windsurfistas

    Todos os anos, em junho, a jovial Cabarete, no norte da ilha, faz ainda mais festa, claro! É o mês em que sedia uma das etapas do Mundial de Windsurf. Colabora para isso a presença de
    fortes ventos e a ausência de recifes e barreiras de coral. Foi o windsurfista canadense Jean Laporte, que descobriu esse potencial em 1985. Mas Cabarete não é só para esportistas. A depender da maré, dá para andar quilômetros no mar com água pela cintura. Uma parada no restaurante Dominicana é providencial. Depois, recuperado, você aproveitará a noitada nos barzinhos da Calle 5.

  • Melhor do que os planos

    Punta Cana foi planejada, tal como a viagem de Colombo. Pesquisas revelaram que no leste da ilha chovia ainda menos. Foi só encontrar o ponto ideal: 4 quilômetros de praias com as mais altas palmeiras do Caribe. Em 1981, despontou o primeiro resort, o Club Med. O aeroporto, quatro anos mais tarde. Depois, US$ 450 milhões dotaram o lugar de muita diversão para as famílias. Os resorts têm tal conforto que é difícil sair deles. Mas saia ao menos para navegar até a Praia de Juanillo. Tal como a jornada de Colombo, o lugar se revelou mais pródigo do que imaginava.

  • Aventura distante da orla

    É difícil alguém se cansar das praias da República Dominicana. Quem aprecia esportes de aventura, porém, tem todos os motivos para fazer a mochila e rumar para Jarabacoa, na região central do país. Dois parques nacionais, o ponto mais alto das Antilhas (o Pico Duarte com 3175 metros de altitude) e as corredeiras dos rios Yaque del Norte e Jimenoa são alguns dos chamarizes. Se, nos resorts do litoral, os golfistas passam horas nos impecáveis campos de 18 buracos, aqui é a vez de fãs do mountain bike, rafting e cavalgadas. Muitas emoções, enfim, para trazer de volta na mochila.

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