Equador

Imagem para Mundo de Chico - Basilica Centro historico quito w

Esmeraldas é o nome da região mais próxima de onde passa a linha do Equador. A cidade fica bem ao norte, na costa do país, e é muito procurada por suas lindíssimas praias, florestas virgens, e por possuir ótima infraestrutura hoteleira para receber hóspedes de todos os estilos. A vida noturna de Esmeraldas também é bem atraente. Lá estão concentrados bares e restaurantes que agitam o lugar durante toda a noite. Para quem gosta, a diversão é garantida.

A cerca de 320 quilômetros dali fica Quito, a capital do Equador. Trata-se de uma região andina, mais especificamente um vale, cheio de montanhas e vulcões ao seu redor. Suas belas características naturais somadas à preservação de seu patrimônio histórico a tornam ainda mais atrativa. Inclusive, seu centro histórico foi declarado patrimônio da humanidade pela Unesco.

Seguindo em direção ao sul de Quito, mas ainda na região central, dos Andes, fica mais um ponto turístico muito visitado no Equador: Riobamba. Além de ser uma das maiores cidades do país, com importantes centros comerciais, em Riobamba também estão concentrados diversos parques e atrações culturais, sem falar que a região oferece possibilidades para a prática de trekking e montanhismo, e que em suas redondezas está localizado o vulcão Chimborazo.

Um pouco mais ao sul fica cidade de Guayaquil, conhecida por ser a mais populosa do Equador e a capital econômica do país. Para os viajantes, é o ponto de parada para fazer compras. Existem muitas opções de centros comerciais de todos os tipos por ali. Além disso, há muitos parques, museus e restaurantes.

Cuenca é outra cidade que deve fazer parte do roteiro de viagem para o Equador. Diz a história que ela é a mais importante do império Inca, mas um de seus maiores atrativos diz respeito à produção do famoso chapéu panamá. Cuenca é o principal local de produção deste artigo tão tradicional no país, e fora dele. Contudo, ainda há muito o que fazer por lá, como conhecer seus pontos históricos e belas construções coloniais.

Já para quem gosta de praia e, mais ainda, de surfar, a dica ideal é conhecer Montañita. Trata-se de um vilarejo de pescadores, mas com uma das praias mais lindas do mundo, e com condições perfeitas para a prática do surfe. Por ali, os visitantes também terão o privilégio de conhecer o Parque Nacional Machalilla, onde poderão mergulhar e observar o modo de vida de animais, especialmente as baleias jubartes.

Mas um dos destinos mais procurados por quem vai para o Equador é o arquipélago de Galápagos. Localizado no Oceano Pacífico, a cerca de 950 quilômetros do continente, ele reúne 13 ilhas e várias outras ilhotas, esbanjando exuberante beleza natural, com encantadores pinguins e tartarugas, além de variadas espécies vegetais. Toda a infraestrutura está em Santa Cruz e as atrações vulcânicas ficam em Santiago. Mas Galápagos por inteiro é imperdível. Não dá pra não conhecer.

História do Equador

A história do Equador ficou marcada pelo fato do seu território ter sido o principal local de organização e desenvolvimento do império Inca. A partir do século XVI, especificamente em 1534, os espanhóis chegaram e começaram o processo de exploração e colonização do lugar.

Até 1822, quando o Equador conquistou a sua independência com relação à Espanha, houve muitos enfrentamentos com os incas, que acabaram derrotados. Um dos principais atores da batalha que resultou na independência equatoriana foi Simon Bolívar que, junto com o general Sucre, derrotou as tropas espanholas na batalha de Pichincha.

A partir de então o Equador passou a integrar a Grã Colômbia, que foi dissolvida em 1830. Foi só neste ano, portanto, que o Equador passou a ser totalmente independente.

Dali em diante, o país foi governado por forças liberais, conservadoras, ditatoriais e militares, que se revezaram no poder durante muitos anos. Em 1941 e 1942 o país esteve em guerra com o Peru, que saiu do conflito fortalecido, com a conquista de metade do território equatoriano e praticamente 100% da sua região amazônica.

Outro período de destaque do Equador em confronto com o Peru ocorreu em 1995, desta vez pela disputa territorial da região da bacia do Rio Cenepa, que deu o nome à guerra. Inclusive, o Brasil teve parte nesta história no momento de conciliação entre os dois países, que encerraram o conflito assinando o Protocolo de Paz, Amizade e Limites do Rio de Janeiro.

Depois de diversas experiências governamentais e instabilidade política, inclusive passando pela tensa ditadura militar de Gabriel García Moreno, o Equador aprovou uma Constituição e adotou o regime de governo democrático presidencialista.

  • A 4 mil metros

    O melhor é começar vendo de cima. Pode ser do velho mirante (mirador) Itchimbía ou do moderno teleférico que desliza a mais de 4 mil metros até a porta de entrada do Vulcão Pichincha. Do alto, você admirará a topografia de Quito. A cidade está encarapitada a 2850 metros, em um vale estreito e comprido, cercado de montanhas de porte. Uma vez situado, recomenda-se calçar sapatos confortáveis. Você percorrerá parte dos 72
    quarteirões que levaram a Unesco a elevar Quito a Patrimônio Cultural, há mais de três décadas.

  • Anterior aos incas

    Se fosse um passeio especializado, você reservaria seu tempo para as 40 igrejas da Ciudad Vieja. Detenha-se ao menos em uma: a barroca Iglesia de la Compañia. Aconselha-se, também, visitar o Monastério de San Francisco, um dos maiores do planeta. Caminhar pelas ruelas do Centro Histórico mais preservado da América Latina é uma surpresa. Nessa jornada pelos séculos 16 e 17, a pausa para o café pode ser feita num ponto ainda mais remoto: a Calle Ronda é anterior à colonização espanhola, iniciada em 1534. Foi erguida ainda antes de Quito ser tomada pelo Império Inca.

  • Rituais xamânicos

    Você não entenderá nada do que os índios conversam entre si em Otavalo. O idioma quíchua é tarefa complicada até para etnólogos e filólogos. Seus olhos compreenderão que a cidadezinha de 30 mil moradores tem a maior feira indígena da América Latina. São mais de mil artigos diferentes de uma arte intrincada e colorida. É tamanho o prazer que muitos se esquecem de outro programa delicioso: as excursões promovidas pelos próprios índios para conhecer seu modo de vida e até participar de rituais xamânicos.

  • Para chegar ao topo

    O nome foi dado pelo explorador alemão Alexander von Humboldt, em 1802: Avenida dos Vulcões. Um parque temático natural — e formidável. A Rodovia Panamericana concentra nove dos dez maiores vulcões do país (o Equador soma 55 desses gigantes, oito deles em atividade). É melhor não dirigir. Afinal, você estará o tempo todo olhando para cima, para divisar o Cotopaxi (5897 metros) e o gigante principal, o Chimborazo (6310 metros). Roteiros de trekking e mountain bike estão disponíveis. Subir até o topo do Cotopaxi é outro programa indispensável, claro, para quem tem fôlego.

  • Uma exclusividade

    Tartarugas nascidas no século 19 e os menores pinguins do globo fazem parte do comitê de recepção de Galápagos. Essa fauna foi essencial nos estudos de Charles Darwin. Hoje, há uma seleção natural no número de turistas para não afetar o delicado meio ambiente. Ainda bem. Cada uma das treze ilhas principais tem sua marca. Em Santa Cruz, está a infraestrutura. Em Fernandina, a maior atividade vulcânica. Em Santiago, a generosa população de lobos-marinhos. Em todas, uma exclusividade. Das mais de 5 mil espécies catalogadas, 40% só existem aqui.

  • O centro do chapéu-panamá

    Quase todo mundo pensa que o chapéu- panamá é produzido no Panamá. Um engano. Assim ficou conhecido por ter coberto a cabeça de trabalhadores durante a construção do grande Canal. Ele é feito em Cuenca e arredores. Ruas de pedras, becos tortuosos, mansões coloniais e praças espanholas estão entre os encantos dessa cidade de meio milhão de moradores, fundada por índios cañaris, tomada pelos incas e, mais tarde, recriada sob o domínio ibérico. Quanto ao chapéu, há variações. Um autêntico super fino leva meses para ser produzido e não pode custar pouco, mas vale a lembrança do local.

  • No teto do trem

    Outra maneira de passear entre os vulcões é com o tradicional trem estatal. Onde os passageiros disputam os melhores lugares no teto dos vagões. A justificativa para a excentricidade: a paisagem irresistível. O trem leva, ainda, ao Parque Nacional de Cotopaxi, na transição dos Andes para a Amazônia. Algumas das antigas haciendas foram transformadas em adoráveis pousadas.

O que você deve saber• As gorjetas são opcionais nos bares e restaurantes, sendo assim, as contas não incluem taxas de serviço;• Outra informação importante para os turistas aproveitarem as atrações de Cuenca é sobre os horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais e as principais atrações turísticas centrais, costumam funcionar entre 9h e 13h, pela manhã, e entre 15h e 19h, no período da tarde;• Não se esqueçam de colocar na mala! Passaporte e a carteira de vacinação contra a febre amarela, documentos exigidos dos brasileiros para entrada no Equador;• Não deixe de experimentar a famosa parrillada, o churrasco equatoriano, bem diferente do nosso brasileiro, o prato é uma mistura de arroz com carne, saladas, batatas fritas, ovo frito e abacate;

• Quer experimentar uma bebida típica do país? Então, saboreie a chicha que é feita de milho fermentado;

• O endereço para uma vida noturna agitada é andar por La Ronda, uma rua exclusiva para pedestres com galeria de arte, cafés e bares.

Curiosidades• Você já reparou que, além do Chile, o Equador não faz fronteira com o Brasil?

• O nome Equador, no espanhol Ecuador, não poderia ser outro, já que o país é cortado pela linha do Equador, metade do país fica no hemisfério Norte e a outra metade no Hemisfério Sul;

• Ao contrário do que muitos pensam, a maior cidade do país não é Quito, e sim Guayaquil, com seus 2,3 milhões de habitantes;

• Com um território menor que o Brasil, o Equador possui 64 vulcões, a cada três equatorianos, um vive aos pés de um vulcão;

• Dos 64 vulcões, apenas 11 são ativos. Na Avenida dos Vulcões há oito vulcões ativos;
• Sabe qual é a ave símbolo do país? O condor andino;

• Muitos conhecem por Quito, mas o nome completo da capital do país é San Francisco de Quito;

• Não se assuste ao andar pelas ruas do Equador e ouvir um idioma diferente do espanhol, boa parte dos cidadãos equatorianos falam a língua indígena quíchua.

Para Saber Mais…

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